O mercado de short stay no Brasil deixou de ser uma tendência pontual para se consolidar como um dos segmentos mais relevantes do aluguel por temporada. Nos últimos anos, mudanças no comportamento do viajante, avanço do trabalho remoto e maior profissionalização da operação impulsionaram a demanda por estadas mais flexíveis, tanto em destinos turísticos quanto em grandes cidades.
Esse crescimento não acontece por acaso. Dados recentes mostram aumento no número de anúncios, maior participação do short stay nas moradias urbanas e uma busca constante por imóveis bem localizados, funcionais e prontos para receber hóspedes. É nesse contexto que o aluguel por curta duração se posiciona entre a hotelaria tradicional e o aluguel residencial, oferecendo mais liberdade para quem se hospeda e mais potencial de retorno para quem investe.
Não por acaso, termos como short stay passaram a ganhar espaço nas buscas e nas decisões de investimento. Você quer entender como está o mercado de short stay hoje, quais são as tendências para os próximos anos e em quais cidades esse modelo tem se mostrado mais promissor? Então, continue a leitura e confira o panorama completo do setor no Brasil!
O mercado de short stay no Brasil hoje
O short stay cresceu porque mudou a forma de viajar e morar temporariamente. Trabalho remoto, viagens corporativas e estadas intermediárias aumentaram a procura por imóveis equipados, flexíveis e bem localizados.
Os dados mostram que o aluguel por temporada já tem peso real em capitais. A participação nas moradias chega a 7% em Florianópolis, 6,3% em Curitiba, 5,6% em Porto Alegre e 3,7% em São Paulo.
Curitiba, inclusive, virou um bom termômetro desse movimento urbano. Entre 2015 e 2024, as vendas de estúdios e compactos cresceram 210%, puxadas pela busca por liquidez e demanda de curta duração.
Quando olhamos para desempenho, o avanço também aparece em indicadores de mercado. De acordo com o e-book da Seazone, o Paraná registrou +32,3% de faturamento anual em 2023, com diária média de R$ 300 e alta de 40,9% no número de anúncios.
Esse crescimento acontece junto com uma profissionalização visível. A operação passou a incorporar serviços e gestão contínua, como precificação, padronização e suporte, deixando de depender de improviso.
A força das plataformas também ajuda a explicar o tamanho do setor. Globalmente, o Airbnb reúne 5 milhões de anfitriões e já recebeu 2 bilhões de hóspedes, o que reforça a escala desse modelo.
Tendências para o futuro do aluguel por temporada
A principal tendência é a profissionalização da operação, com mais serviços acoplados às plataformas. A lógica é simples: gestão de limpeza, manutenção e rotina operacional vira parte do produto, não um “extra”.
Outra frente é a tecnologia como motor de escala. O digital reduziu a fricção entre oferta, demanda e operação, e abriu espaço para decisões mais orientadas por dados.
Na prática, isso aparece em três movimentos que devem ganhar força:
- Precificação dinâmica e gestão ativa de ocupação: o short stay tende a depender cada vez mais de ajustes por sazonalidade e eventos.
- Imóveis compactos e prédios “prontos para operar”
- Novos modelos e construção para short stay: proptechs aceleram formatos como studios com serviços, multipropriedade e até construção offsite.
Também deve crescer a atenção a regras e compliance, sobretudo em condomínios. A atividade é amparada pela Lei do Inquilinato, mas restrições internas podem existir.
De modo geral, as projeções seguem otimistas. Há estimativas de crescimento global do setor de US$ 1,35 bi (2024) para US$ 3,77 bi (2034)!
Cidades promissoras para o Short Stay no Brasil
Existem diversas cidades promissoras para o short stay no Brasil, espalhadas por diferentes regiões do país. Seja pelo turismo consolidado, pelo fluxo de negócios ou pela presença de eventos ao longo do ano, esses destinos concentram demanda consistente para o aluguel por temporada.
A seguir, separamos alguns dos principais mercados para quem acompanha ou investe nesse segmento, muitos deles com dados do nosso Panorama do aluguel por temporada no Brasil em 2024. Confira!
Florianópolis (SC)

Florianópolis combina apelo turístico e demanda consistente por aluguel por temporada. Em 2023, a cidade liderou o faturamento em Santa Catarina, com R$ 520.735.994.
No perfil do hóspede, a cidade atende muito bem famílias e grupos. Praias como Joaquina, Mole, Campeche, Ingleses e Canasvieiras ajudam a manter o destino forte ao longo do ano.
Além do mar, o roteiro se sustenta com atrações “urbanas” na ilha. A Lagoa da Conceição e parques como Coqueiros e Córrego Grande entram como opções para dias de passeio e descanso.
Salvador (BA)
Salvador é um dos mercados mais consolidados do short stay no Nordeste. A cidade combina turismo urbano, praias, eventos e forte apelo cultural, o que garante demanda ao longo do ano. Além do lazer, viagens a trabalho e eventos corporativos ajudam a sustentar a ocupação fora da alta temporada.
Em 2023, Salvador se posicionou como um dos maiores mercados de aluguel por temporada da Bahia. No ranking estadual por faturamento no Airbnb, a cidade ficou em 2º lugar, com R$ 122.381.609 no ano. Esse volume reforça a força do destino para short stay, especialmente quando a oferta está bem posicionada e a operação é eficiente.
A capital baiana é um destino em que a localização faz toda a diferença. Regiões próximas à orla, ao Centro Histórico e a polos turísticos concentram maior procura por aluguel por temporada. Isso favorece imóveis bem posicionados, funcionais e com fácil acesso aos principais pontos da cidade.
Outro fator relevante é o perfil do hóspede. Salvador recebe desde famílias em férias até viajantes que ficam poucos dias na cidade, o que reforça a importância de imóveis prontos para receber estadas curtas, com boa estrutura e operação profissional.
Mata de São João (BA)

A Mata de São João se destaca no short stay por concentrar alguns dos destinos de praia mais procurados do litoral norte da Bahia. A região abriga áreas como Praia do Forte, onde está o Projeto Tamar, e Imbassaí, muito associadas a viagens em família e turismo de lazer.
Esse perfil impacta diretamente o tipo de imóvel mais buscado. Casas e apartamentos com mais espaço, áreas de lazer e proximidade da praia tendem a ter maior atratividade no aluguel por temporada. A demanda costuma ser mais sazonal, mas com tickets médios elevados em períodos de férias e feriados prolongados.
Mata de São João também se destaca no recorte baiano de faturamento com o aluguel por temporada. Em 2023, o município ficou em 4º lugar no ranking de faturamento da Bahia no Airbnb, com R$ 83.830.564. Para um destino voltado a lazer, esse desempenho indica uma demanda relevante e um mercado já bastante ativo no aluguel por temporada.
Para investidores, a Mata de São João entra como um mercado onde o short stay depende menos de volume constante e mais de boa leitura de calendário, padrão do imóvel e posicionamento correto da oferta.
Maraú (BA)

Maraú é um destino que cresce com base em turismo de natureza e experiências mais exclusivas. A Península de Maraú, especialmente a região de Barra Grande, atrai um público que busca praias preservadas, tranquilidade e estadas mais longas dentro do modelo de curta duração.
A cidade também apareceu entre os municípios com maior desempenho no aluguel por temporada na Bahia. Em 2023, ficou em 5º lugar no ranking de faturamento no Airbnb, com R$ 32.910.065. É um indicativo de que o destino, mesmo com perfil mais “exclusivo” e menos urbano, já tem relevância dentro do short stay no estado.
No short stay, isso se traduz em um perfil de hóspede disposto a pagar mais por localização e experiência. Imóveis próximos à praia, bem integrados ao entorno e com proposta clara costumam performar melhor do que opções genéricas.
Por não ser um mercado urbano, Maraú exige atenção maior à operação. Logística, manutenção e gestão do imóvel pesam mais na decisão de investimento, já que a infraestrutura local influencia diretamente a experiência do hóspede.
Itacaré (BA)

Itacaré é um dos destinos mais conhecidos da Bahia quando o assunto é turismo de natureza e surf. A cidade atrai viajantes nacionais e internacionais interessados em praias, trilhas e atividades ao ar livre, o que mantém o aluguel por temporada como principal forma de hospedagem.
O short stay em Itacaré costuma funcionar bem para imóveis compactos, bem localizados e com identidade alinhada ao estilo do destino. A experiência do hóspede pesa mais do que serviços tradicionais, o que valoriza imóveis bem cuidados e com comunicação clara nos anúncios.
Itacaré também figura entre os mercados com maior faturamento do estado. Em 2023, o município ficou em 7º lugar no ranking da Bahia, com R$ 25.806.610 no Airbnb. Esse dado ajuda a sustentar a leitura de que o destino tem demanda consistente para aluguel por temporada, especialmente em períodos de férias e feriados.
Assim como outros destinos turísticos de perfil mais natural, Itacaré apresenta forte sazonalidade. Ainda assim, feriados prolongados, férias e eventos esportivos ajudam a distribuir a demanda ao longo do ano, tornando o mercado atrativo para quem entende esse ritmo.
Anitápolis (SC)

Anitápolis aparece como um destino emergente dentro do short stay, com foco em turismo de natureza e experiências ao ar livre. A cidade se conecta à Serra Catarinense e atrai viajantes interessados em tranquilidade, trilhas, cachoeiras e contato direto com áreas preservadas.
Nesse tipo de mercado, o aluguel por temporada costuma funcionar melhor para imóveis que oferecem isolamento, conforto e proposta clara de estada. Casas e chalés bem estruturados tendem a se destacar mais do que apartamentos compactos, já que o hóspede busca uma experiência ligada ao entorno.
Para quem investe, Anitápolis exige uma leitura diferente dos grandes centros. A demanda é menor em volume, mas mais qualificada, o que reforça a importância de posicionamento, calendário e padrão do imóvel.
Caraguatatuba (SP)

Caraguatatuba é um dos principais destinos do Litoral Norte de São Paulo e mantém demanda constante por aluguel por temporada. A cidade combina praias, boa infraestrutura urbana e fácil acesso a partir da capital, o que sustenta estadas de fim de semana, feriados e férias.
No short stay, o município atrai perfis variados. Famílias, grupos e casais buscam imóveis próximos à praia, com boa estrutura e facilidade de acesso a comércios e serviços. Isso favorece bairros bem localizados e imóveis funcionais, que atendem tanto estadas curtas quanto um pouco mais longas.
No estado de São Paulo, Caraguatatuba aparece no Top 20 de cidades por faturamento no Airbnb. Em 2023, o município registrou R$ 77.002.228 no ano. Esse resultado posiciona a cidade entre os mercados mais relevantes do estado no aluguel por temporada.
Além do turismo, Caraguatatuba também se beneficia do fluxo regional. Esse equilíbrio entre lazer e uso recorrente ajuda a reduzir a dependência exclusiva da alta temporada, tornando o mercado mais previsível quando bem operado.
Bonito (MS)

Bonito é um dos destinos mais estruturados do Brasil quando o assunto é ecoturismo. A cidade recebe turistas ao longo de todo o ano, atraídos por rios de águas claras, grutas e atividades controladas, o que cria uma dinâmica própria para o aluguel por temporada.
No short stay, o perfil do hóspede costuma ser mais planejado. As viagens são organizadas com antecedência e envolvem estadas de alguns dias, o que favorece imóveis confortáveis, bem avaliados e com comunicação clara sobre regras e estrutura.
Para investidores, Bonito se destaca por ter demanda menos concentrada em poucos meses. A operação, porém, precisa estar alinhada às regras ambientais e à expectativa de experiência do visitante, que costuma ser alta.
Natal (RN)

Natal é um dos destinos mais tradicionais do Nordeste no aluguel por temporada. A cidade combina praias urbanas, clima estável e infraestrutura turística consolidada, o que garante fluxo contínuo de hóspedes ao longo do ano.
Em 2023, Natal figurou entre os principais mercados de aluguel por temporada do Rio Grande do Norte. No ranking estadual por faturamento no Airbnb, a capital ficou em 2º lugar, com R$ 39.742.907 no ano. Além disso, o estado registrou crescimento de 13,1% no faturamento anual em relação a 2022, com diária média de R$ 387 e taxa média de ocupação de 39,2%, o que reforça a relevância do short stay no contexto potiguar.
A modalidade em Natal funciona bem tanto para lazer quanto para estadas intermediárias. Regiões próximas à orla e a áreas turísticas concentram maior procura, especialmente por apartamentos bem localizados e prontos para receber estadas curtas.
Outro ponto importante é o perfil diversificado de público. Natal recebe famílias, casais e viajantes que combinam turismo e trabalho, o que reforça a importância de imóveis versáteis e operação eficiente para manter bons níveis de ocupação.
Curitiba (PR)

Curitiba tem ganhado destaque por um tipo de demanda bem específico: estadas intermediárias, ligadas ao turismo de negócios e a grandes eventos. Isso posiciona o short stay entre o aluguel tradicional e a hospedagem diária.
Em 2023, Curitiba liderou o faturamento do Paraná no Airbnb, com R$ 94.153.192. Esse resultado se conecta com um mercado que busca praticidade, menos burocracia e imóveis prontos para operar.
Na prática, isso impulsiona formatos mais compactos e funcionais. O próprio mercado local aponta que apartamentos compactos, com decoração pensada para esse público, ajudam a atrair quem vem a trabalho ou por eventos.
Imbituba (SC)

Imbituba se consolidou como um dos mercados relevantes do aluguel por temporada em Santa Catarina, especialmente pelo turismo de praia e natureza. A cidade atrai viajantes que buscam estadas mais tranquilas, ligadas ao surf, ao contato com o mar e a experiências fora dos grandes centros urbanos.
Em 2023, Imbituba figurou entre as cidades com maior faturamento do estado no Airbnb, ocupando a 4ª posição em Santa Catarina, com R$ 70.943.813 no ano. Esse desempenho reforça o papel do município dentro do short stay catarinense, mesmo sem o volume de cidades mais urbanizadas.
No perfil de imóvel, o mercado tende a favorecer casas e apartamentos próximos às praias, com boa ventilação e estrutura funcional. A demanda é mais concentrada em determinados períodos do ano, o que exige leitura cuidadosa de calendário e precificação.
Fortaleza (CE)

Fortaleza é um dos principais mercados urbanos de short stay do Nordeste. A capital combina turismo de praia, eventos de grande porte e viagens corporativas, o que ajuda a sustentar a procura por aluguel por temporada ao longo do ano.
Em 2023, Fortaleza liderou o faturamento do Ceará no Airbnb, com R$ 84.319.709, ocupando o 1º lugar no ranking estadual. No mesmo período, o estado registrou crescimento de 9,3% no faturamento anual, diária média de R$ 477 e taxa média de ocupação de 40%, indicando um mercado aquecido e em expansão.
Esse cenário favorece imóveis bem localizados, especialmente próximos à orla e a regiões com boa infraestrutura urbana. Por ser um mercado competitivo, a gestão ativa e a apresentação do imóvel têm impacto direto no desempenho.
Porto Seguro (BA)

Porto Seguro é um dos destinos turísticos mais tradicionais do Brasil e mantém forte presença no aluguel por temporada. O município atrai grande volume de visitantes, principalmente em férias e feriados, o que sustenta um mercado ativo de short stay voltado ao lazer.
Em 2023, Porto Seguro liderou o faturamento da Bahia no Airbnb, com R$ 159.890.409, ficando à frente até mesmo da capital, Salvador. Esse dado evidencia a força do destino dentro do mercado baiano de aluguel por temporada.
O perfil de demanda favorece casas e apartamentos voltados a famílias e grupos, com foco em localização e praticidade. Para investidores, Porto Seguro exige atenção à sazonalidade, mas se destaca pelo volume e pelo ticket médio nos períodos de maior movimento.
Trancoso (BA)

Trancoso é um dos destinos mais consolidados do litoral sul da Bahia no aluguel por temporada, com forte apelo para um público que busca exclusividade, conforto e localização. A vila combina turismo de praia com experiências gastronômicas e culturais, o que sustenta o short stay como principal modelo de hospedagem.
No short stay, Trancoso costuma premiar casas bem estruturadas, com identidade alinhada ao destino e foco em privacidade. O ticket médio tende a ser mais alto, mas a sazonalidade é marcada. Para investidores, o equilíbrio entre padrão do imóvel, calendário e gestão eficiente é decisivo para bons resultados.
Urubici (SC)
Urubici é um dos principais destinos da Serra Catarinense e tem ganhado espaço no aluguel por temporada por seu apelo ligado ao turismo de natureza, clima frio e experiências ao ar livre. A cidade atrai viajantes que buscam estadas focadas em descanso, paisagens naturais e roteiros fora do circuito urbano.
Em 2023, Urubici figurou entre as 10 cidades com maior faturamento de Santa Catarina no Airbnb, ocupando a 9ª posição, com R$ 39.937.056 no ano. O dado reforça que, mesmo sendo um destino de menor porte, o município já tem peso relevante dentro do short stay catarinense.
No perfil de imóvel, chalés e casas com proposta clara de aconchego costumam se destacar. Itens como vista, privacidade e estrutura para o frio pesam mais do que centralidade. A demanda é concentrada em períodos específicos, o que exige estratégia de precificação e controle de custos ao longo do ano.
Foz do Iguaçu (PR)

Foz do Iguaçu é um dos destinos turísticos mais visitados do Brasil e mantém fluxo constante de hóspedes nacionais e internacionais. A presença das Cataratas do Iguaçu, além do turismo de fronteira, sustenta uma demanda regular por aluguel por temporada.
No Panorama da Seazone, Foz do Iguaçu aparece como o 2º maior mercado do Paraná em faturamento no Airbnb em 2023, com R$ 43.840.199, ficando atrás apenas de Curitiba. O estado, como um todo, registrou crescimento de 32,3% no faturamento anual, diária média de R$ 300 e taxa média de ocupação de 40,9% no período.
Esse cenário favorece imóveis versáteis, bem localizados e preparados para alta rotatividade. Para investidores, Foz do Iguaçu se destaca pela regularidade da demanda ao longo do ano, reduzindo a dependência de sazonalidade extrema.
Como investir no mercado de Short Stay?
O mercado de short stay permite diferentes formas de entrada, que variam conforme o perfil do investidor, o capital disponível e o nível de envolvimento desejado na operação. Desde quem começa como anfitrião até quem investe em imóveis pensados desde a origem para aluguel por temporada, existem caminhos distintos, com riscos e retornos diferentes.
A seguir, veja os principais modelos para investir no short stay hoje!
Anfitrião: a porta de entrada no short stay
Ser anfitrião costuma ser a forma mais comum de entrada no mercado de short stay. Nesse modelo, o investidor utiliza um imóvel próprio para anunciar em plataformas de aluguel por temporada e passa a operar a estada diretamente ou com apoio de serviços especializados.
Essa alternativa permite testar o mercado, entender o comportamento dos hóspedes e aprender sobre precificação, ocupação e sazonalidade. Ao mesmo tempo, o potencial de escala é limitado, já que o crescimento depende da aquisição de novos imóveis ou da ampliação da operação.
Por isso, muitos anfitriões usam esse modelo como ponto de partida, antes de avançar para estratégias mais estruturadas de investimento.
Investindo em imóveis para aluguel por temporada
Outra forma de investir no short stay é adquirir imóveis com foco direto em geração de renda por aluguel de curta duração. Nesse caso, a escolha da cidade, do bairro e do tipo de imóvel passa a ser decisiva para o desempenho do investimento.
O investidor pode optar por comprar o imóvel e atuar como anfitrião, assumindo a gestão da operação, ou contratar serviços especializados para cuidar de precificação, anúncios, limpeza e atendimento ao hóspede. Cada escolha impacta diretamente o nível de envolvimento e o resultado financeiro.
Aqui, decisões baseadas em dados e projeções realistas tendem a fazer mais diferença do que apostas em “destinos da moda”.
Conhecer os SPOTs da Seazone
Os SPOTs da Seazone surgem como uma alternativa para quem busca investir em imóveis pensados desde o início para o short stay. Diferente de adaptações posteriores, os SPOTs são desenvolvidos com projeto, localização e padrão já alinhados às exigências do aluguel por temporada.
A escolha das cidades não é feita por otimismo ou tendência passageira. Existe uma curadoria criteriosa de especialistas, baseada em dados reais de demanda, faturamento, ocupação e comportamento do hóspede. A lógica é conservadora: priorizar mercados com histórico consistente, e não apenas potencial teórico.
Em todos os destinos citados ao longo deste conteúdo, há SPOTs da Seazone disponíveis. O investidor pode adquirir o imóvel e optar por ser o próprio anfitrião ou contar com os serviços de gestão da Seazone, adequando o modelo ao seu perfil e aos seus objetivos de longo prazo. Conheça agora mesmo os SPOTs disponíveis!